domingo, 21 de junho de 2009

Amar, amor!


Você já perguntou para si mesmo, no meio de um relacionamento amoroso com alguém incrível, se o que você sente é amor?

Bem... Eu já me perguntei... E a resposta foi sim! Se não fosse "sim", eu não estaria prestes a me casar daqui a três semanas. Pois é... não é muito fácil tomar uma decisão tão importante assim, já que essa decisão vai mudar minha vida pra sempre. Mas, quando amamos alguém de verdade, as decisões ficam tão mais simples de aceitar, de dizer um SIM, de mudar a vida. Amar alguém é se entregar por completo; é se dar pelo outro, mas respeitando suas próprias decisões; é ter companheirismo; é dividir sonhos; é ter um ombro para chorar; é ter alguém para se aconchegar em momentos de frio; é saber aceitar, respeitar as diferenças e saber que não somos e não pensamos todos iguais; é poder acordar e pensar em alguém; é contar as horas, os minutos e os segundos para encontrar a pessoa amada; e é acima de tudo saber perdoar e também se perdoar.

Amar vai muito mais além de palavras, de gestos, de sentimentos, de teorias humanas,até mesmo da própria ciência. Amar é dom da vida, o dom da sabedoria, o dom do perdão, o dom que milhares de pessoas deveriam ter. Pois amar é tudo, é o ar que respiramos, o carinho de uma mãe, a flor que desabrocha, a criança que nasce, o pássaro que ensina a seus filhos como voar, é o sol que brilha todas as manhãs.

Eu amo, e digo, que o amor é a cura para muitas doenças da alma e as doenças do coração, pois quem tem esse sentimento sabe que, fazer parte da vida de alguém é a coisa mais legal, divertida e bela que possa existir na vida.


quinta-feira, 18 de junho de 2009

Alguém...


As vezes você caminha pela rua e vê milhares de pessoas correndo de um lado para o outro, parecendo formigas perdidas. E percebe que você está mais perdida do que todas essas pessoas. É assim que me sinto as vezes, caminhando pelas ruas, solitária, como se fosse o único ser humano no mundo. Eu olho no rosto das pessoas e elas parecem robôs mecânicos, sem vida, apenas guiadas pela força de um controle chamado sociedade, que impõe a esses "robôs" o que fazer... e como fazer.


Mas como fugir disso? No mundo onde as pessoas não me entendem, mesmo que eu grite parece que ninguém me escuta. Aceitar as diferenças é um bom começo para tornar as coisas mais flexíveis e melhores. Mas não é tão simples as pessoas conseguirem desvendar o que há por trás dos meus gestos e nem tão pouco acreditar que sou apenas alguém em busca da felicidade.


terça-feira, 16 de junho de 2009

Papo de loiras!!


Duas loiras conversavam animadamente no banco de uma paça...


Carmelinda: Juracinha?? Sua maluca! Tu ficô com o Jucindo? Haha... sua vaca!

Juracinha: Ahh fiquei... Mas ele beija muito podrerão!! Ei.. não entendi o da vogal vaca...! Tu me acha parecida com uma VACA?

Carmelinda: Kakakakakaka.... Vai dizer que tu não tinha se percebido ainda?

Juracinha: Ahh... não me diz isso!! Caramba.. eu sou uma vaca mesmo! Como eu não tinha percebido ainda? Nossa sou uma burra mesmo... Minha nossa... minha mãe também era vaca então.. e... meu pai? Era o que? Você sabe?
Carmelinda: Olha eu não sei... Mais acho que o marido da Vaca é um Mico-leão-dourado...

Juracinha: Ahh.. é verdade! Eu vi na TV! Mas se eu sou uma vaca... tu também deve ser né? Somos parecidas!

Carmelinda: É verdade cara! Eu também sou uma vaca... Que irado.. Eu nunca pensei que fosse um animal assim tão.. tão.. tão... sei lá.. eu nem sei direito como que é uma vaca!!

Juracinha: Dãããã!! Como não... sua anta? Se olha no espelho...

Carmelinda: Cara eu não so anta! Sou uma vaca! Ou será que sou uma anta?

Juracinha: Aix! Nem sei te dizer... tu sabe que em matéria de natureza eu não sei de nada... Mas só tem um geito de nós descobri o que nós é!!

Carmelinda: E o que é em ?

Juracinda: Ahh.. vamo comer capim... se for bom agente é vaca... se não for agente continua tentando!!








**Gente eu sei que esse texto fico super podre... mais é que eu tava sem idéia nenhuma... e quiz escrever alguma coisa engraçada, mas acho que não consegui chegar nesse objetivo... heheh... um beijo a todos..

terça-feira, 9 de junho de 2009

Solidão


Naquele dia eu não estava muito bem, caminhava pela rua, numa linda manhã de domingo, via as pessoas se abraçando e conversando uma com as outras e eu ali sozinha, solitária, vestindo um justo vestido preto e uma bota da mesma cor, sentindo um vazio e uma dor enorme que me corroía por dentro, que matava meu coração aos poucos. Minha alma cheia de magoas e tristezas, eu já não conseguia mais pensar direito, minha mente já não calculava mais o que eu fazia.

Me sentei a beira de um lago de águas cristalinas, vi muitos peixes que ali nadavam felizes, todos nas cores laranjas com tons prateados, mais com uma beleza exuberante. De repente meus olhos foram puxados, como por uma força de outro mundo para o meu lado direito, onde havia um casal de jovens abraçados, sorridentes. Foi ai que minha tristeza aumentou, a solidão crescia cada vez mais dentro de mim. Meus olhos começaram a lacrimejar, mas não, eu não podia chorar, não aqui. Preferia meu quarto, minha casa, onde poderia chorar as muitas lágrimas que queriam rolar pelo meu rosto magro e já sofrido pela dor. Eu sabia que lá poderia ver minhas lembranças perdidas, com saudade e solidão, poderia ver meu quarto solitário, metido na escuridão na qual eu sempre o deixava, para sentir essa falta enorme e ver aquela parte da cama vazia.

Eu ainda podia sentir aquele cheiro de perfume de cravo e canela no sofá da sala e também via os fios de cabelos escuros que estavam no chão do banheiro, dos quais eu não me desfiz para poder pega-los quando sentir saudade. As roupas que estavam no armário ainda estão lá, não tenho coragem de me desfazer delas, afinal, elas ainda tem aquele cheirinho de roupa lavada. Mesmo que o passado não retorne e que a minha vida se despedace a cada dia que passa eu jamais deixarei das lembranças, pois são elas que ainda me mantém viva.

Desde que você se foi, meu amor, meus dias são mais escuros, as estrelasjá nem brilham mais, a lua perdeu sua forma e eu não sou mais a mesma. Sinto vontade de morrer e ir contigo, mas quando passo a mão pela minha barriga essa vontade se vai, pois o que guardo dentro de mim é um pedaço de você. Esse é o presente que você me deixou antes de partir, para que quando eu me sentisse sozinha soubesse que ainda tenho um pouco de você comigo, no qual darei seu nome em sua homenagem.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Lembranças


Lembranças...
Certo dia sentada num banco de uma pequena praça, perto do meio dia, com um sol deslumbrante e vivamente iluminado, que fazia sombra nas grandes árvores que ali estavam; observava o lindo parquinho colorido que ficava bem no meio da pequena praça, nas cores vermelho, amarelo, azul, verde e branco, ele estava totalmente vazio, a única coisa que nele parecia ter vida era um balanço de madeira na cor branca, que se movia pelo fraco sopro do vento que caia.
Em pensar ali, nesse simples parquinho, me lembrei de minha feliz infância; onde eu e meus melhores amigos brincávamos em um grande pasto de grama verde, corríamos ali o dia todo, felizes da vida. Nossa brincadeira favorita era pega-pega, ficamos o dia todinho ali, até nossas mães nos chamar para tomar banho e jantar.
Na época de minha infância, não havia computadores, nem celulares, nem TV em preto e branco, e muito menos vídeo game, a única coisa mais tecnológica que tinha era uma velha bicicleta sem correntes. Mas mesmo assim fui feliz e ainda sou.
O que mais guardo daquele maravilhoso tempo são as ótimas lembranças e a enorme saudade que trago comigo. Pois ser criança, é descobrir um mundo mágico e encantador, mesmo que o ambiente onde esteja seja tenebroso e assustador; é achar que a vida é um grandioso parque temático; e é acima de tudo amar sem medidas e perdoar sem receios.

domingo, 7 de junho de 2009


Gorda, eu?


Desde de pequena sempre fui chamada de a balofa, a gordinha, baleia assassina, barril gigante e outros apelidinhos que uma criança "fofinha" como eu jamais deveria ser chamada. Me tornei uma criança completamente complexa e com medo de sair de casa, medo do que as pessoas pensavam de mim e o que elas falavam sobre minhas "gordurinhas" que já começavam a sair pela barra da calsa. eu sempre procurava usar roupas mais largas pra disfarçar os grandes pneus que me apareciam. Cada vez que me olhava no espelho, me achava parecida com um elefante, na verdade me achava até mais gorda.
Com o passar do tempo, quando já era adolescente, lá pelos meus 14 anos, me apaixonei por um garoto da minha classe, lindo como ele só; olhos verdes, cabelos ondulados, sorriso cativante, simplesmente lindo. Mas ele não queria me namora. Quando soube que eu estava afim dele, me chamou num canto e disse que jamais namoraria a prima do Free Willy. Me senti tão sozinha e triste que comecei a não comer mais, apenas tomava água e comia muita alface, mas sempre vomitava logo após comer, pois achava que mesmo assim nunca ia ficar magrinha. A verdade é que eu queria impressionar o garoto. Quando percebi eu já estava um palito ambulante, magrinha, sequinha, só em pele e osso.
Infelizmente, Júlio não ficou comigo. Nem eu com ele. Não tivemos tempo de namorar, pois fiquei doente com anorexia e bulimia. A dois anos tento me curar, mas não consigo, cada dia mais eu fico mais magra e feia. Hoje percebo que pra andar na moda, magrinha, eu destrui minha vida, talvez nem consiga sobreviver, talvez minha vida não passe dessa noite, o que apenas desejo é ficar melhor e poder engordar uns quilinhos e saber que morrerei de velhice e não pela vontade de ser magra.